O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que a Justiça Eleitoral está preparada para conduzir uma eleição tranquila em todo o país. Ao votar em Brasília, o ministro declarou que espera um dos pleitos mais tranquilos e bem-sucedidos da história brasileira.
Segundo Nunes Marques, os problemas registrados até a véspera da votação foram resolvidos. Ele também destacou que a Justiça Eleitoral adotou medidas para minimizar os efeitos das condições climáticas em diferentes regiões do Brasil.
“Amanhecemos no dia de hoje com a segurança de que as eleições vão transcorrer na maior normalidade”, afirmou o presidente do TSE.
Justiça Eleitoral se prepara para enfrentar o clima
O ministro explicou que as equipes responsáveis pela organização do pleito tomaram providências diante de situações climáticas distintas. No Norte do país, a preocupação envolveu os efeitos da seca, enquanto a Região Sul enfrentou chuvas intensas.
De acordo com Nunes Marques, as situações foram administradas e houve necessidade de transferir urnas eletrônicas e seções eleitorais em alguns locais. As mudanças, porém, foram providenciadas antecipadamente para permitir a realização da votação.
O presidente do TSE votou às 8h no Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizado no Lago Sul, em Brasília.
Zerésima confirma ausência de votos antes da votação
Antes de registrar seu voto, Nunes Marques acompanhou a emissão da zerésima, documento impresso pela urna eletrônica antes do início da votação. O registro comprova que o equipamento não possui votos contabilizados naquele momento.
Conforme explica o TSE, a zerésima apresenta a identificação da urna e a relação das candidaturas, com todos os registros de votação zerados. O procedimento integra os mecanismos de transparência e auditoria utilizados pela Justiça Eleitoral.
A impressão ocorre antes do primeiro voto. Em seguida, o documento é assinado pelos integrantes da mesa receptora e pelos fiscais presentes, ficando disponível na seção eleitoral para consulta e fiscalização.
Com informações da Agência Brasil.
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