Jinny Lu, uma pug de 6 anos resgatada após viver em uma caixa de madeira na Coreia do Sul, foi eleita a cachorra mais feia do mundo em 2026. A vitória ocorreu na Feira do Condado de Sonoma, na Califórnia, durante a quarta participação da cadela no concurso.
Conhecida pelos olhos castanho-claros saltados, pelas pequenas orelhas pretas e pela língua comprida para fora da boca, Jinny finalmente conquistou o primeiro lugar após terminar a edição anterior como vice-campeã.
Com o título, a pug e sua tutora receberam US$ 5 mil, valor equivalente a cerca de R$ 27 mil, além de uma viagem a Nova York. A cadela também terá o rosto estampado em uma edição limitada de latas da Mug Root Beer, patrocinadora da competição.
Do resgate à competição
Antes de ser adotada, Jinny Lu enfrentava o frio intenso das montanhas da Coreia do Sul. Ela foi encontrada vivendo dentro de uma pequena caixa de madeira e depois encaminhada para um processo de resgate.
A organização responsável pelo resgate de pugs na Coreia participou da transferência do animal para os Estados Unidos. Jinny foi adotada há quatro anos e passou a viver em Ukiah, na Califórnia, onde divide a casa com outros cães.
Na nova rotina, a pug passa longos períodos tomando sol e costuma subir nas cadeiras da cozinha durante as refeições. Quando encontra uma oportunidade, ela aproveita para colocar a língua nas tigelas dos outros animais.
Outro comportamento curioso ocorre diante do espelho. Segundo a descrição apresentada no concurso, Jinny começa a gritar quando vê o próprio reflexo.
Quarta tentativa termina em título
Jinny já conhecia o ambiente da competição. Em sua participação anterior, ela terminou em segundo lugar, enquanto Petunia ficou com o título. A cadela vencedora daquela edição era sem pelos e havia sido resgatada de um criador clandestino em Las Vegas.
Em 2026, o segundo lugar ficou com Pinky, uma cadela albina com características de lulu-da-pomerânia e chihuahua. Desta vez, Jinny superou os concorrentes e conquistou o título que buscava havia quatro participações.
Imagem em edição especial
O prêmio não se limita ao dinheiro. Jinny Lu também ganhou uma viagem a Nova York e uma participação no programa Today, exibido pela NBC.
Além disso, o rosto da pug substituirá temporariamente o mascote da Mug Root Beer em uma série limitada de latas. A bebida é um refrigerante popular nos Estados Unidos, conhecido pelo sabor inspirado em raízes, ervas e especiarias.
Concurso destaca adoção
O evento completou 50 anos com uma mensagem voltada à adoção e ao acolhimento de animais. A proposta é mostrar que a aparência não deve definir quais cães merecem uma família.
Muitos dos animais que participam da disputa foram resgatados de abrigos, situações de abandono ou criadores clandestinos. A organização responsável pelo concurso afirma que a competição busca celebrar as características únicas dos cães e reforçar temas como compaixão, resgate e aceitação.
Após quatro anos de sua chegada aos Estados Unidos, Jinny Lu deixou a antiga vida para trás e conquistou um título que transformou sua aparência em destaque. Agora, a pug vencedora terá compromissos públicos e poderá ser vista em uma edição especial de latas comercializadas no país.
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