Uma grande ofensiva coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) resultou na apreensão de 442 aparelhos celulares em presídios de todo o Brasil durante a Operação Mute. Realizada entre os dias 21 e 24 de setembro, a ação mobilizou um efetivo de 3.540 policiais penais federais e estaduais, que vistoriaram rigorosamente 2.868 celas espalhadas por 90 estabelecimentos prisionais, abrigando um total de 65.174 detentos.
O principal objetivo da mobilização é desarticular esquemias de comunicação ilegal e retirar materiais ilícitos do interior dos presídios. Com o uso de inteligência integrada e suporte tecnológico avançado, a força-tarefa busca neutralizar a atuação de lideranças criminosas que tentam operar de dentro das penitenciárias.
Estratégia e resultados da operação
1. O Vértice da Ação: Combate direto à comunicação ilícita e ao crime organizado
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O foco estratégico: A retirada de centenas de celulares das mãos de detentos impede a continuidade de ordens criminosas externas e internas, sufocando redes de extorsão e tráfico comandadas de dentro dos presídios.
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O alcance nacional: A cooperação entre o governo federal (por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais — Senappen) e as forças estaduais uniformiza os protocolos de segurança em diferentes regiões do país.
2. A Base Operacional: Tecnologia, inteligência e varreduras em campo
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A metodologia: As revistas detalhadas em galerias e celas foram orientadas por análises de dados e relatórios de inteligência, garantindo alta assertividade nas buscas por pontos ocultos de esconderijo de materiais proibidos.
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A continuidade: Os balanços parciais demonstram o rigor da força penal, com ações complementares em diversos estados para assegurar o controle absoluto das unidades de custódia e blindar o sistema prisional contra novas tentativas de burlar a segurança.
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